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quarta-feira, 20 de julho de 2011

RECEITA PARA UM NOVO DIA

                                                        Pegue um litro de otimismo,
                                                        duas lágrimas – de preferência
                                                        escorridas no passado.
                                                        Duas colheres de muita luta
                                                        e sonhos à vontade.
                                                        Duzentos gramas de presente
                                                        e meio quilo de futuro.
                                                        Pegue a Solidão, descasque-a toda
                                                        e jogue fora a semente.
                                                        Coloque tudo dentro do peito
                                                        e acenda no fogo  brando das manhãs de sol.
                                                       Mexa com muito entusiasmo.
                                                       Ao ferver, não esqueça de colocar
                                                       uma dose de esperança
                                                       e várias gotas de liberdade.
                                                       Sorrisos largos a braços apertados
                                                       para dar um gosto especial.
                                                      Quando pronto,
                                                      assim que os olhos começarem a brilhar,
                                                      sirva-o de braços abertos.
                                                               
                                                             Autor: Sérgio Vaz

quarta-feira, 13 de julho de 2011

NO BRASIL UM EM CADA TRÊS CARROS SERÁ IMPORTADO

Com câmbio valorizado, encomendas do exterior crescem 38%, batem recorde e podem chegar a 1 milhão de veículos este ano.

MULHER É PRESA POR PLANTAR HORTA NO JARDIM

Julie Bass, seis filhos e cidadã exemplar de Oak Park, no Estado de Michigan, nos EUA, foi condenada a 93 dias de prisão por plantar uma horta na frente de casa. Uma lei municipal permite só “plantas adequadas” no jardim – como grama, flores e arbustos.

terça-feira, 5 de julho de 2011

FESTA JULINA NA MENOTTI


Os meses de Junho e Julho são conhecidos pelas saborosas festas típicas. A equipe da Menotti entrou no clima e, no último dia 04, organizou um almoço de confraternização. Cada um trouxe um prato diferente e no menu teve: cuscuz, canjica, torta de milho e outras delícias. Além dos "comes" e "bebes" o almoço foi embalado pelas tradicionais músicas juninas. 

domingo, 26 de junho de 2011

S.O.S. DOCE


O que atrizes como Lavínia Vlasak, Guilhermina Guinle, Deborah Secco e Sabrina Sato fazem quando têm vontade de comer algo açucarado? Pedem uma receitinha leve para os profissionais que cuidam de suas curvas. E o que eles recomendam?
“Bater ½ copo (150 ml) de leite desnatado com morangos congelados e pó de gelatina light em quantidade e sabor a gosto.” Marcella Amar, nutricionista de Deborah Secco
“Cortar uma banana-d’água ao meio, polvilhar canela em pó e assar no micro-ondas por 1 minuto.” Sonja Salles, personal diet da atriz Lavínia Vlasak
“Colocar uma banana madura e sem casca no freezer. Depois de 4 horas, bater no processador com 1 colher de sopa de cacau em pó até ficar um sorvete cremoso.” Danielle Toledo, personal diet de Guilhermina Guinle
“Cozinhar uma maçã e 2 colheres de sopa de uva-passa em uma xícara de água. Ferver por 2 minutos, escorrer e lavar para gelar.” Amilton Macedo, médico ortomolecular de Sabrina Sato
Revista Boa Forma, Junho de 2011, nº6, edição 293 p. 44

sexta-feira, 17 de junho de 2011

PESQUISADORES ESTUDAM FORMA DE RECARREGAR O CELULAR EM 30 SEGUNDOS


Boa notícia para quem vive sem bateria no celular: professores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, estão testando uma bateria que pode ser recarregada em até 30 segundos. Os pesquisadores usam nanotecnologia para melhorar o movimento dos elétrons e dos íons no cátodo, o pólo negativo. Para isso, desenvolveram uma espuma de metais que tem alto nível de condutividade e é porosa – o que deixa os íons se moverem rapidamente durante a recarga. A novidade vai demorar três anos para chegar ao mercado. Quando isso acontecer terá ao menos um problema: as baterias ficarão mais caras. 
Info Exame nº 304, junho de 2011, p. 30

sábado, 11 de junho de 2011

Namorado: ter ou não ter, é uma questão


 (Carlos Drummond de Andrade)

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si
mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado
de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva,
lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil.
Mas namorado, mesmo, é muito difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer
proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase
desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda,
decidida, ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de
aflição.
Quem não tem namorado não é quem não tem um amor: é quem não sabe o
gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um
envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas,
medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem
namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar
sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz
pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a
felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho
escondido na hora que passa o filme; de flor catada no muro e entregue
de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico
Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre a
meia rasgada; de ânsia de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô,
bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer sesta
abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar
do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro
dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não
tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai
com ela para parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton
Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical na Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica
livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu
bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem
curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o
gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou
meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem
ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de
obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem
namorado quem confunde solidão com ficar sozinho. Não tem namorado quem
não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você
vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve,
aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar.
Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções
de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de
si mesmo e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua
janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de
fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu
descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante
a dizer frases sutis e palavras de galanteria.
Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho
necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.

CONTAÇÃO NA MENOTTI TEVE BEIJINHOS, BANANAS E PALAVRAS

No dia 08 de Maio, a Biblioteca Menotti Del Picchia recebeu a bibliotecária Cecília F. da Silva que contou, para cerca de 30 crianças da “EMEI Sete de Setembro”, histórias como:
“A Casa dos Beijnhos” de Claudia Bielinsky, “Palavras Muitas Palavras ...” de Ruth Rocha; “O Caso das Bananas” de Milton Célio de Oliveira Filho e também fez várias brincadeiras com trocadilhos e músicas.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

AMERICANOS PODERÃO EMPRESTAR OBRAS DIGITAIS DAS BIBLIOTECAS

Cenário Disney: Biblioteca Pública de Nova Iorque

Bibliotecários americanos cansaram de reclamar que o Kindle, um leitor de textos digitais que permite ao usuário comprar mais de 700 mil livros da Internet, estaria esvaziando as bibliotecas e ameaçando seus empregos para os diretores da Overdrive, empresa americana que fornece conteúdo e livros digitais para bibliotecas públicas dos Estados Unidos.

A solução proposta pela Overdrive foi aliar os inimigos, em uma iniciativa denominada de Kindle Library Lending, eles anunciaram que, até o final do ano, os donos do e-reader poderão baixar os livros digitais das 11 mil bibliotecas que têm parceria com a empresa nos Estados Unidos – de qualquer computador e de graça.

Editado por Patrícia Figueirôa

O QUE NOS MOTIVA?


O que você quer da vida? Uma pergunta que nos fazem e nós fazemos cada vez mais. Mas a neurologia garante: a resposta complicou mesmo, porque nossas motivações evoluíram junto com todo o resto. O que nos faz levantar da cama, tocar clarinete, ir a faculdade, fazer exercícios ou encarar um dia de reuniões é muito mais do que o salário no final do mês. Às vezes dinheiro até piora o rendimento de quem está interessado em se desenvolver. Resolvidas as necessidades básicas, o que nos move é uma exigência interna de autonomia, conhecimento, envolvimento e dinamismo. Na era da informação, esses fatores se tornaram ainda mais importantes. E é por isso que tantos pulam de galho em galho buscando algo melhor o tempo todo. Entenda por que a gente não quer só comida – a gente quer comida, diversão e arte.


LEIA A REPORTAGEM NA REVISTA GALILEU ( JUNHO 2011 p. 34)
Disponível para leitura em nossa biblioteca.

SÓCRATES IN LOVE: O AMOR SOBREVIVE AO TEMPO


AUTORES: KYOICHI KATAYAMA e KAZUMI KAZUI

Os adolescentes Aki e SaKutarô se apaixonaram e viveram todas as emoções de um primeiro amor. Juntos descobriram a alegria, a ansiedade por um telefonema e o companherismo do dia-a-dia. Mas uma tragédia muda tudo, e ele precisa aprender sobre desilusão, dor e perda. O que poderia ser mais uma história de amor, transformou-se no maior fenômeno editorial da história do Japão.

O romance nasceu quando o escritor japonês Kyoichi Katayama, ao ler um livro de filosofia, deparou-se com a frase: “o amor é uma forma de violência que obriga as pessoas a pensarem”. Intrigado, ele decidiu criar uma história que simbolizasse a idéia. O livro mais vendido do Japão virou manga e o sucesso de vendas se repetiu, tanto no Japão como nos Estados Unidos. O enredo é tão forte e cativante que emocionou até a desenhista Kazumi Kazui que, a partir da metade da história, criou todos os desenhos com os olhos cheios de lágrimas.

PARA GOSTAR DE LER, V. 22 – HISTÓRIAS DE AMOR

Autores: Lygia Fagundes Telles e outros

O amor pode estar escondido em uma floresta de seres encantados ou em um inacreditável engarrafamento de tilburis e carroças. Pode durar toda a vida ou ser tão passageiro quanto uma ilusão. Pode ser o sonho de uma tecelã ou virar o pesadelo que abala uma antiga amizade. Não importa. Inspiração para escritores de todas as épocas, o amor será sempre tema capaz de seduzir qualquer um de nós.

POESIAS DOS NAMORADOS

Amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
Aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas
Encare a outra pessoa de forma sincera e real,
Exaltando suas qualidades,
Mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo,
Quando encontramos alguém que nos transforme
No melhor que podemos ser

Autor desconhecido


E a emoção do nosso amor
Não dá pra ser contida
A força desse amor
Não dá pra ser medida
Amar como eu te amo
Só uma vez na vida

Autor: Roberto Carlos

quinta-feira, 26 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CRIANÇAS CRIARAM LIVROS POP-UP NA MENOTTI


No dia 19 de maio, cerca de 20 crianças da EMEF Professor Aroldo de Azevedo participaram de uma Oficina de Livros Pop-up, realizada pela artista Liana Yuri. Livros pop-up são confeccionados com figuras que saltam das páginas. Abrir e fechar, descobrir, portas e páginas escondidas, segura a atenção do leitor e a interatividade com a história. As crianças, antes de se posicionarem para a atividade, formaram uma roda, participando de um aquecimento e de uma apresentação.


Sentadas às mesas, elas foram didaticamente orientadas. Para tanto, Liana se utilizou de diversos livros pop-up, incluindo “O sapo borrão: um livro com dobraduras surpresas”, de Keith Faulkner e “O pintinho”, de Ed Vere. Liana demonstrou muita habilidade e passou conhecimentos de artes, literatura e valores por meio de técnicas de Origami ( arte de dobrar o papel) e Kirigami (arte de cortar o papel). A atividade se desenvolveu de modo lúdico, já que todos se ajudavam e dividiam os materiais.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CULTURA INDÍGENA DESPERTOU A CURIOSIDADE DAS CRIANÇAS NA MENOTTI


No dia 17 de maio, cerca de 70 crianças da EMEF Professor Aroldo de Azevedo e leitores da unidade tiveram contato com a cultura indígena na biblioteca. Eles, inicialmente, visitaram a exposição “Índios da Metrópole” e ficaram encantados com a diversidade de fotos e textos sobre o Povo Guarani que vive na cidade de São Paulo.

Na sequência, participaram de um bate-papo, bem descontraído, com o escritor Olívio Jekupé, que é autor de 12 livros.


Olívio, utilizando-se de vários livros incluindo o publicado ”Ajuda do Saci”, explicou que a história do Saci (Kamba’i) é de origem indígena, ou seja, teve sua origem antes da chegada dos portugueses no Brasil, que se aproveitaram dos contos indígenas e criaram histórias como a do nosso “Saci Pererê”.

O autor comentou ainda que os índios só podem caçar e comer para sua própria subsistência e que essa prática envolve todo um ritual. Segundo ele, os “protetores dos índios” são entidades que mandam na Natureza. Por exemplo: nas matas, florestas e rios. “Para entrar na casa dos outros é preciso pedir licença, certo?”, perguntou Jekupé. “Para entrar na mata pedimos licença fumando um cachimbo porque sem esta autorização o índio pode ficar desprotegido e pegar uma doença”, contou o escritor, demonstrando respeito com o meio ambiente.

Para Olívio Jekupé, os moradores da sua aldeia também aprendem com a cultura do homem branco, porém de uma forma diferente, na medida em que estudam o Guarani, língua nativa de seu povo. “O português não é ensinado e os nativos podem aprender, naturalmente, se quiserem, mas é um português rústico o qual eles entendem, mas não falam direito”, contou o escritor que citou o seguinte exemplo: “Pergunta-se: Você sabe dançar? Resposta: Eu saibo”.


As crianças, que não conseguiam segurar o desejo
de perguntar, fizeram vários questionamentos:

Quantas mulheres um índio pode ter? Olívio, que estava na presença de sua esposa Maria, já respondeu de pronto: “uma só, embora existam tribos que permitam ter, as vezes, duas ou três mulheres”.


Por que o nome do livro é 500 anos de angústia? “Estávamos no ano de 1999, chegando ao ano 2000 e se muito se falava em 500 anos do descobrimento; então pensei: 500 anos de angústia.”

O que vocês comem? “Tudo, como: Raiz (mandioca, batata-doca, milho)”.
Olívio afirmou que a comida brasileira é uma adaptação da culinária indígena abrasileirada. “Quando os portugueses chegaram aqui eles não trouxeram marmitex, desde então, tiveram que se adaptar a comida do índio introduzindo em suas refeições alimentos como: mandioca frita, pamonha, tapioca, etc. O índio já bebia guaraná, só que o guaraná natural, que depois foi industrializado e virou refrigerante”, revelou o escritor.

E os questionamentos continuaram. Muitos levantavam a mão e, em determinados momentos, todos queriam indagá-lo. De um se ouvia: “Lá tem animais selvagens?”. De outro: “Quantos filhos vocês podem ter”, seguindo-se de: “O que acontece quando o cacique morre?” e “Quantos anos os índios podem viver?”.


Foto: Tânia, Darci, Maria José, Marcos, Patrícia, Olívio e Maria

Infelizmente o tempo passou, rapidamente, e as professoras tiveram que conter seus alunos devido ao já avançado horário. No final da conversa os alunos brincaram com o artesanato indígena e Olívio ainda esclareceu algumas dúvidas sobre a exposição “Índios da Metrópole”, que acontece até o dia 31 de maio, na Biblioteca Menotti Del Picchia.


Foto: Darci, Olívio, Patrícia e Maria

E, se ainda tudo isso não bastasse?

Ainda fomos presenteados por Olívio com o livro Ajuda do Saci, que carinhosamente autografou para nossa biblioteca.

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A BIBLIOTECA E A MÍDIA

Acesse o link em: http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=23393

A BIBLIOTECA E A MÍDIA


Leia o artigo na íntegra acessando os links: 


POEMA DO TRABALHADOR...

Foto: Dimitri Ulivi
Imagem autorizada - Peça Baião de Dois
Personagem Eufrásia
Artisita: Vida Vlatt

Dia do Trabalho
Maju/ctba
 Nesse dia o mundo deveria dar mais valor
A você que cedo levanta trabalhador
Você! Que muitas vezes trabalha sem comida
Você! Que trabalha toda uma vida
Mas nesse dia do Trabalhador
continua sem valor

É que constrói a Nação
Mas é quem menos tem a receber
É quem dá tudo de si em troca de nada
Trabalhador que planta tem que colher

Mas trabalhador é classe, e está é abonada;
Neste seu dia, comemora-se no mundo inteiro.
Mas o mundo não conhece quem trabalha,
Quem passa uma vida fazendo tudo direito!

Mas esse é trabalhador verdadeiro,
Aquele que tudo faz calado, não espalha;
Ah! Trabalhador! Sem casa, sem comida, sem saúde!
Trabalhador desempregado, desnutrido amiúde
Vai trabalhar, que canta, que ri e que chora
Vai comemorar o que nessa hora?

De globalização, de guerra, de desemprego;
Trabalhar onde? Foge da seca e no desapego
Até da família esquece, vai longe trabalhar
Na esperança de um dia tudo melhorar...
Referência Bibliográfica
Disponível em: < http://www.laurapoesias.com/datas_especiais/dia_do_trabalhado.htm>. Acesso em: 01 maio 2011.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

“DONA BARATINHA E DONA ZEROPÉIA SE ENCONTRARAM NA MENOTTI”



CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
No dia 04 de Maio, a Biblioteca Menotti Del Picchia recebeu a bibliotecária Cecília F. da Silva que contou, para dezenas de crianças da “EMEI Sete de Setembro”, histórias como: “O Casamento da Dona Baratinha”, de Eunice Braido; “A Zeropéia”, de Herbert de Souza, e também fez várias brincadeiras com trocadilhos e músicas.

Veja a opinião das professoras da EMEI Sete de Setembro:
“Achei muito criativo e interessante porque prendeu a atenção das crianças”, explicou a professora Mariza.
“Gostei das intervenções feitas pela contadora que, apesar de ter utilizado uma simples história, fez a narrativa de uma forma dinâmica e interativa”, comentou a professora Nazaré.
“As crianças se mostraram interessadas e participativas”, revelou a professora Ana Paula.
“Desde a chegada, nossas crianças foram motivadas a ouvir as histórias. Eu adorei e os alunos também gostaram”, observou a professora Sarah.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

ENCONTRO COM O ESCRITOR INDÍGENA OLÍVIO JEKUPÉ NA BIBLIOTECA DO LIMÃO


No dia 17 de Maio às 10h30, o escritor Olívio JeKupé estará na Biblioteca Menotti Del Picchia, no Bairro do Limão, em uma conversa com os visitantes falando da história indígena, da importância da literatura indígena e do seu dia-a-dia através de depoimentos e fotos.

Olívio é índio, morador da aldeia Krucutu, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo e presidente da Associação Guarani Nhê ê Porã. É considerado o segundo nome mais importante da literatura índigena brasileira. Cursou Filosofia na USP, mas foi obrigado a parar por questões financeiras. É casado com Maria Kerexu e tem quatro filhos: Kerexu Mirim, Tupã Mirim, Jeguaká Mirim e Jekupé Mirim.

Escreveu os livros: Vera: ocontador de histórias, Arandu Ymanguaré: (sabedoria antiga), Iarandu: o cão falante, Xerekó arandu: a morte de Kretã, Leópolis inesquecível, 500 anos de angústia, O saci verdadeiro, Ajuda do Saci, Indiografie.

Atualmente, está lançando o livro "Tekoa: conhecendo uma aldeia indígena", que retrata a história de um Juruá Kurumim, um garoto que conhece e pode observar toda a cultura daquela comunidade indígena.

EXPOSIÇÃO RETRATA ALDEIA GUARANI DE SÃO PAULO


Biblioteca Menotti Del Picchia mostra o cotidiano
 desses índios que vivem no extremo Sul da cidade

Acontece de 02 a 31 de Maio, na Biblioteca Municipal Menotti Del Picchia, no Limão, a exposição fotográfica “Índios da Metrópole”. Com textos e fotos do jornalista Dimitri Ulivi a mostra retrata a Aldeia Krukutu. Na reserva, que fica em Parelheiros, no extremo Sul da cidade de São Paulo, vivem aproximadamente 220 indígenas distribuídos em poucas casas de sapé e barro, que segundo os nativos não são mais construídas por falta de matéria-prima.

A exposição foi idealizada pela bibliotecária Patrícia Figueirôa que resolveu chamar a atenção dos usuários da biblioteca Menotti Del Picchia e da comunidade do Limão para a importância da preservação do meio ambiente. “Se o homem continuar a destruir o meio ambiente ele não só acabará com a fauna e a flora, como também exterminará todos os povos indígenas”, explica a bibliotecária.

A exposição ficará aberta ao público de 02 a 31 de Maio de 2011. De segunda a sexta, das 8h às 17h e aos sábados, das 9h às 16h. A entrada é franca.

ARANDU YMANGUARÉ: (SABEDORIA ANTIGA)

AUTOR OLÍVIO JEKUPÉ

Para que saibam valorizar e defender o povo indígena é preciso que, desde cedo, nossas crianças conheçam a força, a beleza e a riqueza daquela cultura. É isso que o índio guarani Olívio Jekupé, da aldeia Krucutu, mostra neste livro.

Disponível em nossa biblioteca.

RECEITAS DE MÃE

LEIA A REPORTAGEM NA REVISTA MANEQUIM (MAIO 2011 p. 76)

“Para comemorar o dia delas, MANEQUIM pediu a atrizes e apresentadoras sugestões de pratos e montou um menu completo que vai surpreender sua família”.

Veja as sugestões de:

Ana Maria Braga: Lombo Recheado: “ideal para os dias de festas, o lombo recheado é um dos pratos favoritos da apresentadora”.

Larissa Maciel: Salada com Frutas: “O prato é ótimo para o almoço de dia das mães, pois agrada vários paladares”.

Carolina Ferraz: Frango Assado: “A atriz ama cozinhar e até tem um livro de culinária”.

Ticiane Pinheiro: Arroz de Forno: “A minha mãe cozinha um arroz de forno que eu adoro. É simples e delicioso”.

Fernanda Souza: Torta de Morango: “Nas festas da família da atriz, não pode faltar torta de morangos, especialidade da irmã de Fernanda”.

Flávia Alessandra: Pavê de Chocolate: “Minha mãe sempre fazia esse doce”.

Disponível para leitura em nossa biblioteca.

O que você prepara ou costuma comer no Dia das Mães? Deixe o seu comentário!

A HISTÓRIA DE TUDO: DO BIG BANG ATÉ HOJE EM DIVERTIDAS DOBRADURAS


AUTORES: NEL LAYTON E CORINA FLETCHER

Explosões, fogo, estrelas, planetas, Sol e Lua, dinossauros e muitos bichos... Qual criança não sente uma atração incrível por esse tipo de “informação científica”? Com uma “mãozinha do senhor Darwin e de grandes cientistas”, Neal Layton e Corina Fletcher criaram um livro de dobraduras capaz de apresentar questões científicas complexas com a linguagem correta para os leitores mirins.

Um livro engenhoso que, como defendem seus autores, além de ser dedicado àquelas primeiras células sem as quais ele não teria existido, vai abrir todo um universo para os pequenos leitores que nele botarem as mãos.

Disponível em nossa biblioteca.

NOVA YORK: A VIDA NA GRANDE CIDADE


AUTOR: WILL EISNER

Nas quatro graphic novels reunidas neste livro, escritas nos anos 80 e 90, Will Eistner traça um retrato genuíno, ao mesmo tempo brutal e profundamente humano, da vida na cidade grande. Protagonizadas por personagens singulares, essas pequenas histórias registram momentos às vezes irônicos, às vezes trágicos, da vida dos habitantes da metrópole, revelando muito mais do que “um acúmulo de grandes edifícios, grandes populações e grandes áreas”.

Nova York: A grande cidade e Caderno de tipos urbanos são compostos de vinhetas que registram, a partir do cenário da cidade, aspectos do dia a dia de seus habitantes. Esses breves vislumbres iluminam com delicadeza desde as situações mais cotidianas até as reviravoltas mais trágicas.

Disponível em nossa biblioteca.