Nossa biblioteca atende os moradores do Limão e da Casa Verde.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CRIANÇAS CRIARAM LIVROS POP-UP NA MENOTTI


No dia 19 de maio, cerca de 20 crianças da EMEF Professor Aroldo de Azevedo participaram de uma Oficina de Livros Pop-up, realizada pela artista Liana Yuri. Livros pop-up são confeccionados com figuras que saltam das páginas. Abrir e fechar, descobrir, portas e páginas escondidas, segura a atenção do leitor e a interatividade com a história. As crianças, antes de se posicionarem para a atividade, formaram uma roda, participando de um aquecimento e de uma apresentação.


Sentadas às mesas, elas foram didaticamente orientadas. Para tanto, Liana se utilizou de diversos livros pop-up, incluindo “O sapo borrão: um livro com dobraduras surpresas”, de Keith Faulkner e “O pintinho”, de Ed Vere. Liana demonstrou muita habilidade e passou conhecimentos de artes, literatura e valores por meio de técnicas de Origami ( arte de dobrar o papel) e Kirigami (arte de cortar o papel). A atividade se desenvolveu de modo lúdico, já que todos se ajudavam e dividiam os materiais.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CULTURA INDÍGENA DESPERTOU A CURIOSIDADE DAS CRIANÇAS NA MENOTTI


No dia 17 de maio, cerca de 70 crianças da EMEF Professor Aroldo de Azevedo e leitores da unidade tiveram contato com a cultura indígena na biblioteca. Eles, inicialmente, visitaram a exposição “Índios da Metrópole” e ficaram encantados com a diversidade de fotos e textos sobre o Povo Guarani que vive na cidade de São Paulo.

Na sequência, participaram de um bate-papo, bem descontraído, com o escritor Olívio Jekupé, que é autor de 12 livros.


Olívio, utilizando-se de vários livros incluindo o publicado ”Ajuda do Saci”, explicou que a história do Saci (Kamba’i) é de origem indígena, ou seja, teve sua origem antes da chegada dos portugueses no Brasil, que se aproveitaram dos contos indígenas e criaram histórias como a do nosso “Saci Pererê”.

O autor comentou ainda que os índios só podem caçar e comer para sua própria subsistência e que essa prática envolve todo um ritual. Segundo ele, os “protetores dos índios” são entidades que mandam na Natureza. Por exemplo: nas matas, florestas e rios. “Para entrar na casa dos outros é preciso pedir licença, certo?”, perguntou Jekupé. “Para entrar na mata pedimos licença fumando um cachimbo porque sem esta autorização o índio pode ficar desprotegido e pegar uma doença”, contou o escritor, demonstrando respeito com o meio ambiente.

Para Olívio Jekupé, os moradores da sua aldeia também aprendem com a cultura do homem branco, porém de uma forma diferente, na medida em que estudam o Guarani, língua nativa de seu povo. “O português não é ensinado e os nativos podem aprender, naturalmente, se quiserem, mas é um português rústico o qual eles entendem, mas não falam direito”, contou o escritor que citou o seguinte exemplo: “Pergunta-se: Você sabe dançar? Resposta: Eu saibo”.


As crianças, que não conseguiam segurar o desejo
de perguntar, fizeram vários questionamentos:

Quantas mulheres um índio pode ter? Olívio, que estava na presença de sua esposa Maria, já respondeu de pronto: “uma só, embora existam tribos que permitam ter, as vezes, duas ou três mulheres”.


Por que o nome do livro é 500 anos de angústia? “Estávamos no ano de 1999, chegando ao ano 2000 e se muito se falava em 500 anos do descobrimento; então pensei: 500 anos de angústia.”

O que vocês comem? “Tudo, como: Raiz (mandioca, batata-doca, milho)”.
Olívio afirmou que a comida brasileira é uma adaptação da culinária indígena abrasileirada. “Quando os portugueses chegaram aqui eles não trouxeram marmitex, desde então, tiveram que se adaptar a comida do índio introduzindo em suas refeições alimentos como: mandioca frita, pamonha, tapioca, etc. O índio já bebia guaraná, só que o guaraná natural, que depois foi industrializado e virou refrigerante”, revelou o escritor.

E os questionamentos continuaram. Muitos levantavam a mão e, em determinados momentos, todos queriam indagá-lo. De um se ouvia: “Lá tem animais selvagens?”. De outro: “Quantos filhos vocês podem ter”, seguindo-se de: “O que acontece quando o cacique morre?” e “Quantos anos os índios podem viver?”.


Foto: Tânia, Darci, Maria José, Marcos, Patrícia, Olívio e Maria

Infelizmente o tempo passou, rapidamente, e as professoras tiveram que conter seus alunos devido ao já avançado horário. No final da conversa os alunos brincaram com o artesanato indígena e Olívio ainda esclareceu algumas dúvidas sobre a exposição “Índios da Metrópole”, que acontece até o dia 31 de maio, na Biblioteca Menotti Del Picchia.


Foto: Darci, Olívio, Patrícia e Maria

E, se ainda tudo isso não bastasse?

Ainda fomos presenteados por Olívio com o livro Ajuda do Saci, que carinhosamente autografou para nossa biblioteca.

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A BIBLIOTECA E A MÍDIA

Acesse o link em: http://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=23393

A BIBLIOTECA E A MÍDIA


Leia o artigo na íntegra acessando os links: 


POEMA DO TRABALHADOR...

Foto: Dimitri Ulivi
Imagem autorizada - Peça Baião de Dois
Personagem Eufrásia
Artisita: Vida Vlatt

Dia do Trabalho
Maju/ctba
 Nesse dia o mundo deveria dar mais valor
A você que cedo levanta trabalhador
Você! Que muitas vezes trabalha sem comida
Você! Que trabalha toda uma vida
Mas nesse dia do Trabalhador
continua sem valor

É que constrói a Nação
Mas é quem menos tem a receber
É quem dá tudo de si em troca de nada
Trabalhador que planta tem que colher

Mas trabalhador é classe, e está é abonada;
Neste seu dia, comemora-se no mundo inteiro.
Mas o mundo não conhece quem trabalha,
Quem passa uma vida fazendo tudo direito!

Mas esse é trabalhador verdadeiro,
Aquele que tudo faz calado, não espalha;
Ah! Trabalhador! Sem casa, sem comida, sem saúde!
Trabalhador desempregado, desnutrido amiúde
Vai trabalhar, que canta, que ri e que chora
Vai comemorar o que nessa hora?

De globalização, de guerra, de desemprego;
Trabalhar onde? Foge da seca e no desapego
Até da família esquece, vai longe trabalhar
Na esperança de um dia tudo melhorar...
Referência Bibliográfica
Disponível em: < http://www.laurapoesias.com/datas_especiais/dia_do_trabalhado.htm>. Acesso em: 01 maio 2011.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

“DONA BARATINHA E DONA ZEROPÉIA SE ENCONTRARAM NA MENOTTI”



CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
No dia 04 de Maio, a Biblioteca Menotti Del Picchia recebeu a bibliotecária Cecília F. da Silva que contou, para dezenas de crianças da “EMEI Sete de Setembro”, histórias como: “O Casamento da Dona Baratinha”, de Eunice Braido; “A Zeropéia”, de Herbert de Souza, e também fez várias brincadeiras com trocadilhos e músicas.

Veja a opinião das professoras da EMEI Sete de Setembro:
“Achei muito criativo e interessante porque prendeu a atenção das crianças”, explicou a professora Mariza.
“Gostei das intervenções feitas pela contadora que, apesar de ter utilizado uma simples história, fez a narrativa de uma forma dinâmica e interativa”, comentou a professora Nazaré.
“As crianças se mostraram interessadas e participativas”, revelou a professora Ana Paula.
“Desde a chegada, nossas crianças foram motivadas a ouvir as histórias. Eu adorei e os alunos também gostaram”, observou a professora Sarah.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

ENCONTRO COM O ESCRITOR INDÍGENA OLÍVIO JEKUPÉ NA BIBLIOTECA DO LIMÃO


No dia 17 de Maio às 10h30, o escritor Olívio JeKupé estará na Biblioteca Menotti Del Picchia, no Bairro do Limão, em uma conversa com os visitantes falando da história indígena, da importância da literatura indígena e do seu dia-a-dia através de depoimentos e fotos.

Olívio é índio, morador da aldeia Krucutu, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo e presidente da Associação Guarani Nhê ê Porã. É considerado o segundo nome mais importante da literatura índigena brasileira. Cursou Filosofia na USP, mas foi obrigado a parar por questões financeiras. É casado com Maria Kerexu e tem quatro filhos: Kerexu Mirim, Tupã Mirim, Jeguaká Mirim e Jekupé Mirim.

Escreveu os livros: Vera: ocontador de histórias, Arandu Ymanguaré: (sabedoria antiga), Iarandu: o cão falante, Xerekó arandu: a morte de Kretã, Leópolis inesquecível, 500 anos de angústia, O saci verdadeiro, Ajuda do Saci, Indiografie.

Atualmente, está lançando o livro "Tekoa: conhecendo uma aldeia indígena", que retrata a história de um Juruá Kurumim, um garoto que conhece e pode observar toda a cultura daquela comunidade indígena.

EXPOSIÇÃO RETRATA ALDEIA GUARANI DE SÃO PAULO


Biblioteca Menotti Del Picchia mostra o cotidiano
 desses índios que vivem no extremo Sul da cidade

Acontece de 02 a 31 de Maio, na Biblioteca Municipal Menotti Del Picchia, no Limão, a exposição fotográfica “Índios da Metrópole”. Com textos e fotos do jornalista Dimitri Ulivi a mostra retrata a Aldeia Krukutu. Na reserva, que fica em Parelheiros, no extremo Sul da cidade de São Paulo, vivem aproximadamente 220 indígenas distribuídos em poucas casas de sapé e barro, que segundo os nativos não são mais construídas por falta de matéria-prima.

A exposição foi idealizada pela bibliotecária Patrícia Figueirôa que resolveu chamar a atenção dos usuários da biblioteca Menotti Del Picchia e da comunidade do Limão para a importância da preservação do meio ambiente. “Se o homem continuar a destruir o meio ambiente ele não só acabará com a fauna e a flora, como também exterminará todos os povos indígenas”, explica a bibliotecária.

A exposição ficará aberta ao público de 02 a 31 de Maio de 2011. De segunda a sexta, das 8h às 17h e aos sábados, das 9h às 16h. A entrada é franca.

ARANDU YMANGUARÉ: (SABEDORIA ANTIGA)

AUTOR OLÍVIO JEKUPÉ

Para que saibam valorizar e defender o povo indígena é preciso que, desde cedo, nossas crianças conheçam a força, a beleza e a riqueza daquela cultura. É isso que o índio guarani Olívio Jekupé, da aldeia Krucutu, mostra neste livro.

Disponível em nossa biblioteca.

RECEITAS DE MÃE

LEIA A REPORTAGEM NA REVISTA MANEQUIM (MAIO 2011 p. 76)

“Para comemorar o dia delas, MANEQUIM pediu a atrizes e apresentadoras sugestões de pratos e montou um menu completo que vai surpreender sua família”.

Veja as sugestões de:

Ana Maria Braga: Lombo Recheado: “ideal para os dias de festas, o lombo recheado é um dos pratos favoritos da apresentadora”.

Larissa Maciel: Salada com Frutas: “O prato é ótimo para o almoço de dia das mães, pois agrada vários paladares”.

Carolina Ferraz: Frango Assado: “A atriz ama cozinhar e até tem um livro de culinária”.

Ticiane Pinheiro: Arroz de Forno: “A minha mãe cozinha um arroz de forno que eu adoro. É simples e delicioso”.

Fernanda Souza: Torta de Morango: “Nas festas da família da atriz, não pode faltar torta de morangos, especialidade da irmã de Fernanda”.

Flávia Alessandra: Pavê de Chocolate: “Minha mãe sempre fazia esse doce”.

Disponível para leitura em nossa biblioteca.

O que você prepara ou costuma comer no Dia das Mães? Deixe o seu comentário!

A HISTÓRIA DE TUDO: DO BIG BANG ATÉ HOJE EM DIVERTIDAS DOBRADURAS


AUTORES: NEL LAYTON E CORINA FLETCHER

Explosões, fogo, estrelas, planetas, Sol e Lua, dinossauros e muitos bichos... Qual criança não sente uma atração incrível por esse tipo de “informação científica”? Com uma “mãozinha do senhor Darwin e de grandes cientistas”, Neal Layton e Corina Fletcher criaram um livro de dobraduras capaz de apresentar questões científicas complexas com a linguagem correta para os leitores mirins.

Um livro engenhoso que, como defendem seus autores, além de ser dedicado àquelas primeiras células sem as quais ele não teria existido, vai abrir todo um universo para os pequenos leitores que nele botarem as mãos.

Disponível em nossa biblioteca.

NOVA YORK: A VIDA NA GRANDE CIDADE


AUTOR: WILL EISNER

Nas quatro graphic novels reunidas neste livro, escritas nos anos 80 e 90, Will Eistner traça um retrato genuíno, ao mesmo tempo brutal e profundamente humano, da vida na cidade grande. Protagonizadas por personagens singulares, essas pequenas histórias registram momentos às vezes irônicos, às vezes trágicos, da vida dos habitantes da metrópole, revelando muito mais do que “um acúmulo de grandes edifícios, grandes populações e grandes áreas”.

Nova York: A grande cidade e Caderno de tipos urbanos são compostos de vinhetas que registram, a partir do cenário da cidade, aspectos do dia a dia de seus habitantes. Esses breves vislumbres iluminam com delicadeza desde as situações mais cotidianas até as reviravoltas mais trágicas.

Disponível em nossa biblioteca.

domingo, 1 de maio de 2011

BIBLIOTECA MENOTTI ENTREGA CAIXA ESTANTE AO CRAS DA CASA VERDE

As bibliotecárias Darci e Patricia com Sandra Balarin, do CRAS-Casa Verde

No último dia 29 de Abril, o Centro de Referências de Assistência Social (CRAS) da Casa Verde recebeu uma caixa estante contendo 200 livros como parte do projeto “Semana da Leitura”. A iniciativa da Prefeitura de São Paulo tem como objetivo investir em práticas que contribuam, incentivem e ampliem o universo de leitura dos cidadãos paulistanos.

Atualmente, das 13 caixas estantes que estão sendo implantadas nos CRAS da cidade, seis delas já estão instaladas na Zona Norte nas seguintes unidades: Casa Verde-Cachoeirinha; Freguesia-Brasilândia; Perus; Jaçanã-Tremembé; Santana-Tucuruvi e Vila Maria-Vila Guilherme. Segundo Sandra Balarin, coordenadora da unidade Casa Verde, essa parceria é muito importante. “É um resgate a leitura e, certamente, será bem aceita pelos nossos usuários”, explicou Sandra.


A líder comunitária Dionélia de Jesus, que é usuária do CRAS da Casa Verde, ficou entusiasmada com a iniciativa da Semana da Leitura. “A idéia é boa porque ajuda a desenvolver a mente do povo que não vai ficar parada por muito tempo”, comentou a moradora do Jardim Antártica. A adolescente Ingrid de Jesus aprovou a idéia. “Os livros também poderiam ser disponibilizados em hospitais, unidades básicas de saúde e até na rodoviária”, revelou a estudante do Ensino Médio.

A BIBLIOTECA E A MÍDIA

TV MINUTO DO METRÔ DIVULGOU
EXPOSIÇÃO DA MENOTTI DEL PICCHIA

Divulgação TV Minuto: foto montagem

Usuários acompanharam a divulgação da mostra
 ‘O Brasil da Pré-História’ enquanto viajam nos vagões

Viajar pelo Metrô de São Paulo assistindo à televisão já é possível há alguns anos. Enquanto espera chegar ao destino, o passageiro pode inteirar-se das últimas notícias do dia e do trânsito, bem como obter dicas de roteiros culturais da cidade, assistir a trailer de filmes, etc. A estudante Juliana Cezar Barbosa é uma telespectadora da TV Minuto e assiste à programação durante o trajeto diário, na Linha Azul, para ir à faculdade.
A jovem conta que aprecia todas as informações e, no último dia 29 de Abril, ficou feliz ao ver a notícia da exposição “O Brasil da Pré-História”, realizada na biblioteca Menotti Del Picchia, no Limão. “Eu já conhecia a exposição e  ver a sua divulgação na TV do Metrô foi incrível e um benefício para as pessoas que utilizam o Metrô”, opinou a futura bibliotecária, que fica no trem apenas 15 minutos – tempo necessário para entender tudo, mesmo sem som.